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quinta-feira 24 de junho de 2010
FLEXIBILIZAÇÃO DO TIPO DE CÂMBIOChina: muito ruído e poucas nozes É por ora só uma medida simbólica, que pode ser usada eventualmente para controlar as tensões inflacionárias que assomam no país (a inflação aumentou em 3,1% em maio, superando os 3% fixados pelo governo) e que tem sido um dos motivos que deram vida à recente onda de lutas operárias por aumentos de salários, processo que continua ainda depois do triunfo da greve na Honda. Leia também: terça-feira 1º de junho de 2010
CRISE ECONÔMICA INTERNACIONALSobre economia, política, capitais e estados capitalistas Depois que o FMI e a União Européia concederam à Grécia parte do dinheiro comprometido no “resgate”, o foco da crise econômica e também política, se transladou para a Espanha. Seu presidente, José Luis Rodríguez Zapatero anunciou no parlamento um plano de ajuste que inclui uma diminuição de 5% nos salários dos funcionários públicos e o congelamento das aposentadorias. Num escândalo na Câmara Alta, o direitista Partido Popular pediu sua renúncia, enquanto a popularidade do PSOE cai vertiginosamente. O FMI, por sua vez, exige de Zapatero “medidas radicais” de reformas estruturais no mercado de trabalho ou seja, uma reforma trabalhista. quinta-feira 13 de maio de 2010
DECLARAÇÃO DA FRAÇÃO TROTSKISTA QUARTA INTERNACIONALA crise européia e a luta dos trabalhadores gregos Um chamado de alerta aos trabalhadores do mundo inteiro sexta-feira 18 de dezembro de 2009
QUATRO PERGUNTAS SOBRE A CRISE ECONÔMICA MUNDIALRuídos de “recuperação” Há horas apenas, na Grécia, a bolsa de Atenas sofreu uma forte caída seguindo os bônus da dívida pública, uma rota similar. Estes fatos dizem muito a respeito do caráter da “recuperação” à que assistimos. quinta-feira 15 de outubro de 2009
RETRATO DO BRASILEike Batista, a concentração da riqueza, a associação com o Estado e o capital imperialista A generosidade do governo Lula com este empresário “nacional” e do PAC se expressa nos R$ 3,2 bilhões que se conhece publicamente que foram concedidos pelo BNDES entre 2008 e 2009 para as suas empresas (para efeito de comparação, o orçamento prometido do REUNI é de R$ 2,4 bilhões para os anos de 2009 a 2012). terça-feira 6 de outubro de 2009
OS PONTOS CRÍTICOS DA ECONOMIA MUNDIALMentiras e verdades sobre a reunião do G20 em Pittsburgh G-7, G-8, G-14, G-20…acompanharam durante os últimos anos o declínio da hegemonia norte-americana e da ordem econômica mundial comandada por ela. Contudo, não são expressão da instauração de uma ordem mundial progressivamente multipolar e mais democrática. sexta-feira 25 de setembro de 2009
RECUPERAÇÃO ECONÔMICA E GREVESBrasil: ‘modelo’... de exploração Esta recuperação econômica tem permitido que grandes categorias, como os metalúrgicos, reapareçam na cena nacional mostrando sua potência em paralisar grandes indústrias como a Volkswagen, Toyota, GM, impondo mesmo contra os burocratas sindicais partes importantes de suas reivindicações. terça-feira 11 de agosto de 2009
15 anos do Plano Real Segunda parte: O aprofundamento da ofensiva neoliberal e sua crise segunda-feira 8 de junho de 2009
A GENERAL MOTORS QUEBROUA queda de um ícone do capitalismo norte-americano A quebra da General Motors e antes da Chrysler (a terceira empresa automobilística norte-americana), adquirida pela Fiat Italiana, vem desmentir o otimismo com o qual vários economistas tinham recebido os sinais levemente positivos dos últimos meses, reafirmando que a economia da principal potencia imperialista ainda se encontra em uma profunda recessão considerada a mais longa desde o final de Segunda Guerra Mundial. sexta-feira 23 de janeiro de 2009
ACELERAÇÃO DA RECESSÃO MUNDIAL E UMA NOVA FASE DA CRISE FINANCEIRAO começo da Segunda Depressão? A crise financeira entrou em uma nova fase. Nos EUA o governo teve que sair novamente em resgate do Bannk of America enquanto o Citigroup será dividido. sábado 18 de outubro de 2008
ECONOMIAUm crescimento que se apoiou no aumento da dependência e da exploração Enquanto a economia mundial estava em crescimento, nos cansamos de ouvir a ladainha do crescimento sustentado da economia, de que o Brasil estava se tornando menos dependente, de que as reservas de 200 bilhões de dólares seriam um grande seguro contra qualquer ameaça externa, de que os trabalhadores e o povo viviam cada vez melhor e que melhorava a distribuição de renda. sexta-feira 17 de outubro de 2008
FRENTE À CRISE ECONÔMICA INTERNACIONAL"O capitalismo merece perecer" Entrevistamos Simone Ishibashi, dirigente da LER-QI, sobre a crise econômica internacional, onde ela discute que "estamos diante de um acontecimento de proporções históricas. Isso não dizemos apenas nós, os marxistas revolucionários, mas é uma verdade admitida até mesmo pelos setores mais conscientes da própria burguesia imperialista". sexta-feira 17 de outubro de 2008
NACIONAL"Fique frio" com Lula? Lula não se cansa de desdenhar a crise capitalista, numa cantiga que poderia ter o título de “Fique frio com Lula”. Em analogia à grande crise capitalista de 1929, notamos uma semelhança interessantíssima com o discurso lulista. O presidente dos EUA da época, John Calvin Coolidge, Jr., havia sido eleito nas eleições presidenciais norte-americanas de 1924 sob o slogan "Fique frio com Coolidge" (Keep Cool With Coolidge). O resultado do seu mandato foi a Grande Depressão, produto de um governo marcado pelo liberalismo econômico e o estímulo à especulação financeira. sábado 22 de março de 2008
ECONOMIACrescimento sustentado... no aumento da exploração e da precarização A divulgação pelo IBGE dos dados relativos ao crescimento da economia brasileira em 2007 trouxe ao país uma nova onda de otimismo e ofuscou as dificuldades que o governo Lula enfrenta no Congresso Nacional. Com o crescimento de 5,4%, menor somente que em 2004, quando o PIB cresceu 5,7%, até mesmo os setores críticos ao governo Lula comemoraram os números apresentados pelo IBGE. Isso por que houve crescimento em todos os ramos da economia: agropecuária, serviços e indústria. A criação de empregos com carteira assinada foi recorde. Os investimentos tiveram um crescimento que não se via desde 1996. domingo 27 de janeiro de 2008
EDITORIALO mito dos “fundamentos sólidos” da economia brasileira Reservas de mais de 180 bilhões de dólares, empresas lucrativas e valorizadas, bancos fortes e mercado interno aquecido. Se apoiando nesses elementos, muitos analistas econômicos, além é claro do governo Lula e do sempre otimista ministro da economia Guido Mantega, têm feito eco aqui no Brasil das teses do “descolamento”. |
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